Quinta-feira, Outubro 25, 2007

Devagar e quase sempre

Foi de volta à sala de aula que se deu meu primeiro contato visual com aquilo que seria umas das minhas maiores alegrias do segundo período da faculdade.
Eu ainda não aprendi a controlar os meus impulsos. Acho que na minha vida a parte animal prepondera sobre a parte racional. E foi a partir de estímulos animais que comecei a investir nele. Todo dia. Incansavelmente.
Até que depois de um desencontro as coisas deram certo, como não poderia deixar de ser. Certo na medida do possível também, porque o único objetivo que consegui atingir foi o primeiro de tantos outros que eu havia almejado. O melhor de tudo foi que ele me rendeu muitos sorrisos, muitas batidas a mais no coração, muitos suspiros, e como sempre eu não quis mais. Não que não tivesse sido bom, mas eu ainda não descobri o que eu quero pra minha vida. Quando eu não estou com ele eu quero muito estar, porém quando estou com ele eu só quero que ele vá embora. E não é só com ele que as coisas acontecem assim. É com tudo! Quando saio eu só penso em beber, beber muito, encher a cara mesmo. E quando começo a beber eu penso que a bebida é a forma mais idiota que alguém encontra pra se esconder de si mesmo, só que aí já é tarde e eu só me dou conta que bebi quando acordo de madrugada com a cabeça doendo.

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