Partindo do pressuposto de que quase nada deu muito certo na minha vida até hoje, eu consigo entender, mais ou menos, porquê eu fui me meter no meio de um estabelecimento de ensino superior.
Por mais que eu tente acreditar que eu tenho uma propensão à vida "fácil", da "zona" jurídica do meu país, nenhum esforço é suficiente pra que eu aprove tal pensamento. Comecei a estudar, porque ficar de bobeira a vida toda não dá certo (se bem que seria muito bom se desse... rs).
Apesar da pouca idade (idade que às vezes até acredito que foi bem vivida "apesar dos pesares que marcam meu destino inexorável"), já fiz muita coisa nessa minha vida, ou melhor já tentei fazer muita coisa...
Primeiro, eu tentei 'vender canetas', mas a profissão era um pouco puxada para mim, e exigia uma intelectualidade muito grande... Como não deu certo, fui tentar mexer com dinheiro, e descobri antes mesmo de começar que também não tenho muito jeito com isso (talvez seja este o motivo de eu ter nascido pobre).
Então, consegui uma outra oportunidade, e agora tudo parecia dar certo, até que eu tive um deslize com "alguns milímetros" e novamente fui jogada pra escanteio.
Fui vender flores, e adivinha? Não era pra mim também. Em poucos dias as flores murcharam.
Fui vender eletroeletrônicos... E tudo isto foi mesmo pra constatar que sou PÉSSIMA vendedora. Era só chegar alguém com cara de que não tinha dinheiro que me dava vontade de dar tudo pra ele (no bom sentido, por favor).
Depois disso, eu decidi que não queria mais trabalhar durante um bom tempo.
Não queria mesmo. Iria me dedicar aos estudos, conseguir uma bolsa na faculdade.
E o que eu fiz foi só dormir. Acordava meio-dia, ia pra net, saía da net quatro, cinco horas da manhã... E a faculdade? Ah.. Vai bem, obrigada.
E desde então, esse foi meu cotidiano... Eu era feliz. Muito feliz. Não tinha que me preocupar com nada, sem responsabilidades... Ô vidão!!!!
Até que minha mãe resolveu arrumar um emprego pra mim, e que emprego!
Fui trabalhar com direito mesmo, mas sem remuneração... Assim, não dá... Agüentei duas semanas, mas a abstinência monetária me fez crer que pra não ver as verdinhas no fim do mês era melhor eu ficar acumulando células adiposas em casa mesmo.
Acho muito engraçada a forma como as coisas acontecem comigo. Quando eu desisto de tudo, as coisas vêm entrando pela janela do meu quarto, ou param de carro no portão da minha casa. Pois é, agora estou trabalhando. De verdade, mesmo. Até estou recebendo!! Pouco, é verdade, mas antes isso do que nada. E já dá pra ir levando a vida numa boa. Até fiquei inspirada a voltar para a academia!!!
Só tenho mesmo é que dizer "au revoir" à minha adiposidade.
Por mais que eu tente acreditar que eu tenho uma propensão à vida "fácil", da "zona" jurídica do meu país, nenhum esforço é suficiente pra que eu aprove tal pensamento. Comecei a estudar, porque ficar de bobeira a vida toda não dá certo (se bem que seria muito bom se desse... rs).
Apesar da pouca idade (idade que às vezes até acredito que foi bem vivida "apesar dos pesares que marcam meu destino inexorável"), já fiz muita coisa nessa minha vida, ou melhor já tentei fazer muita coisa...
Primeiro, eu tentei 'vender canetas', mas a profissão era um pouco puxada para mim, e exigia uma intelectualidade muito grande... Como não deu certo, fui tentar mexer com dinheiro, e descobri antes mesmo de começar que também não tenho muito jeito com isso (talvez seja este o motivo de eu ter nascido pobre).
Então, consegui uma outra oportunidade, e agora tudo parecia dar certo, até que eu tive um deslize com "alguns milímetros" e novamente fui jogada pra escanteio.
Fui vender flores, e adivinha? Não era pra mim também. Em poucos dias as flores murcharam.
Fui vender eletroeletrônicos... E tudo isto foi mesmo pra constatar que sou PÉSSIMA vendedora. Era só chegar alguém com cara de que não tinha dinheiro que me dava vontade de dar tudo pra ele (no bom sentido, por favor).
Depois disso, eu decidi que não queria mais trabalhar durante um bom tempo.
Não queria mesmo. Iria me dedicar aos estudos, conseguir uma bolsa na faculdade.
E o que eu fiz foi só dormir. Acordava meio-dia, ia pra net, saía da net quatro, cinco horas da manhã... E a faculdade? Ah.. Vai bem, obrigada.
E desde então, esse foi meu cotidiano... Eu era feliz. Muito feliz. Não tinha que me preocupar com nada, sem responsabilidades... Ô vidão!!!!
Até que minha mãe resolveu arrumar um emprego pra mim, e que emprego!
Fui trabalhar com direito mesmo, mas sem remuneração... Assim, não dá... Agüentei duas semanas, mas a abstinência monetária me fez crer que pra não ver as verdinhas no fim do mês era melhor eu ficar acumulando células adiposas em casa mesmo.
Acho muito engraçada a forma como as coisas acontecem comigo. Quando eu desisto de tudo, as coisas vêm entrando pela janela do meu quarto, ou param de carro no portão da minha casa. Pois é, agora estou trabalhando. De verdade, mesmo. Até estou recebendo!! Pouco, é verdade, mas antes isso do que nada. E já dá pra ir levando a vida numa boa. Até fiquei inspirada a voltar para a academia!!!
Só tenho mesmo é que dizer "au revoir" à minha adiposidade.
1 opiniões:
O que dizer: Nenhum caminho é longo demais e nem muito fácil quando se quer chegar a um determinado lugar (destino), mas como já diziam os mais antigos (experientes) devagar se vai ao longe. E você vai, pois é merecedora de tudo que é bom e como já sabe;
"Alguém como você é difícil de encontrar, fácil de querer e impossível de se esquecer..." por isso é que digo: Continue a batalhar pelos seus sonhos, que eles se tornaram realidade você merece.
Bjão
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